O que são os cristais?
Que tal pegar um chá ou cafezinho e recostar numa cadeira confortável para apreciar uma leitura interessante? Tudo pronto? Então vamos lá!
A palavra “cristal” deriva do latim CRYSTALLUM e do grego
KRYSTALLOS, que significa tanto “gelo” quanto “quartzo”.
As pedras naturais, que também costumam ser chamadas de
cristais, fascinam o ser humano desde os primórdios dos tempos. Companheiras de
jornada, sempre estiveram presentes na vida humana, como amuletos, itens de
adoração religiosa, esculpidas em totens de proteção, utilizadas como itens de
troca comercial ou para presentear.
Os cristais são corpos sólidos que foram criados quando o
nosso planeta ainda estava em formação, e foram se transformando ao longo do
tempo assim como o próprio planeta se transformava. A maioria dos cristais que você
tiver em suas mãos hoje terá milhões de anos de idade! Sua composição interna ocorre
em estruturas geométricas e simetrias, representando o funcionamento do
universo, onde tudo é matemático.
Judy Hall, em seu livro A Bíblia dos Cristais, descreve os
cristais da seguinte maneira:
"Os cristais são o DNA da Terra, um registro químico da evolução. São repositórios em miniatura que contêm os registros do desenvolvimento da Terra ao longo de milhões de anos, e guardam indelével lembrança das forças poderosas que os moldaram. Alguns foram submetidos a enormes pressões, enquanto outros se desenvolveram em câmaras nas profundezas do subsolo; alguns se formaram em camadas, enquanto outros cristalizaram a partir de gotejamento de soluções aquosas – tudo isso afeta as propriedades e a maneira como atuam. Seja qual for a forma que assumam, a estrutura cristalina pode absorver, conservar, concentrar e emitir energia, especialmente na faixa de onda eletromagnética.”
Uma das primeiras descobertas científicas a respeito das propriedades energéticas dos cristais foi em 1880, quando Jacques e Pierre Curie submeteram cristais de quartzo à pressão e notaram que transformavam-se em pequenas baterias.
As ondas eletromagnéticas são campos de energia e
magnetismo emitidos por elementos naturais, tais como certos tipos de minerais,
solo ou luz, ou por aparelhos eletrônicos, tais como computadores, celulares,
torres de rádio, aparelhos de microondas, etc. A maioria delas não é visível para nós, humanos (veja abaixo o desenho da pequena faixa, representada pelas cores do arco-íris, que conseguimos enxergar). Algumas são benéficas, mas
muitas não são, causando doenças, mal-estar e indisposições. Como os cristais
têm propriedades filtrantes, energizantes ou bloqueadoras, é frequente seu uso
para proteção e recuperação contra as ondas nocivas.
Embora pensemos que cristais são apenas pedras preciosas ou semipreciosas,
na verdade, eles estão em mais lugares do que imaginamos: o açúcar, o sal e o
metal dos utensílios na sua cozinha são cristais! Se você olhar num microscópio,
verá o grão do açúcar e do sal como um cristalzinho... não é à toa que o açúcar menos refinado, ou
seja, em seu aspecto mais bruto, receba o nome de “açúcar cristal”, onde seus
cristaizinhos podem ser mais facilmente visualizados a olho nu. Já o metal é um
composto de micro cristaizinhos que são fundidos e remodelados nos talheres,
panelas e tantos outros itens metálicos no nosso entorno.
Os cristais têm muitas aplicações importantes no mundo
moderno: os cristais de silício são a base dos circuitos eletrônicos de
computadores, agulhas de acupuntura são revestidas com quartzo para potencializarem
seus efeitos, muitos relógios utilizam as frequências do quartzo em seu funcionamento,
os primeiros lasers foram gerados a partir de rubis.
Imaginem quanta energia nos cerca sem que nem tenhamos consciência
delas! Como disse o iogue Davi Murbach, “somos
peixinhos num mar de energias”!
A ciência convencional entende a realidade através de comprovações que podem ser medidas e diretamente observadas. Se, por um lado, isso é necessário e importante, pois nos livra de crenças e achismos infundados que por tantos séculos retardaram o progresso da civilização, por outro ficamos condicionados a nos fechar completamente ao que nossa ciência ainda não consegue compreender ou medir, nos esquecendo que a base da ciência é justamente ousar fazer todas as perguntas e não rechaçar nada que não se possa provar a existência ou inexistência.
É preciso cautela com certezas absolutas e humildade para reconhecermos que somos, ainda, uma civilização no princípio da evolução, na busca por respostas fundamentais sobre a origem da vida e do universo.
Desse modo, o estudo das energias e vibrações dos cristais levará um tempo ainda para ser satisfatoriamente desenvolvido, o que não elimina a experiência real vivida por tantas pessoas quanto às suas influências energéticas. Tudo existe em níveis, distribuídos num espectro: assim como há pessoas com muita consciência de algo, há pessoas com pouca consciência; assim como há pessoas com maiores níveis de sensibilidade na captação das energias do entorno, há pessoas com baixa sensibilidade a essas energias, fazendo com que uns percebam mais e outros menos os efeitos
vibracionais dos cristais.
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